Gratidão! Você vive isso?

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1 ano de blog! E sou muito grata a Deus por isso!

Quando comecei o blog estava vivendo um período de muito aprendizado, novas perspectivas, novos entendimentos, e comecei a pensar e sentir o quão importante poderia ser compartilhar isso com outras pessoas; não reter tudo que estava aprendendo só pra mim, mas sim passar isso adiante pra que outros pudessem ser edificados.

Como sempre digo pras pessoas, gosto muito de conversar, pois creio que em uma boa e simples conversa podemos aprender muito, tirar lições preciosas e que podem nos servir pra toda vida. E assim surgiu o compartilhando a Vida! Pra compartilhar esse viver diário, áreas diversas da vida, mas principalmente pra compartilhar Aquele que é a Vida: Jesus!

E com Ele tenho aprendido umas das lições mais preciosas: ser grato! Por tudo! Pelos sorrisos, pelas lágrimas, pelas situações difíceis, pelos melhores momentos da vida. Por cada aprendizado, por cada inspiração, pelo que sou, pelas habilidades, saúde, família, amigos, pelo lar, pelo alimento, enfim, gratidão pela vida!

Muitas vezes temos o hábito de só agradecer (se lembrar) pelas coisas que consideramos grandiosas e muito boas, marcos importantes, que acontecem conforme nossa vontade. Se for diferente disso ou se for algo simples, rotineiro, do dia a dia, pode ser que isso passe longe da nossa gratidão.

Mas como é importante e libertador aprender a reconhecer e ser grato pelas pequenas coisas que vivemos. E isso nos faz ter outra perspectiva da vida, mudar pra melhor, e isso é muito bom! Por isso sou grata pelo blog, um lugar onde, através da escrita, posso compartilhar e abençoar outras vidas! Sou grata por cada pessoa que lê, deixa uma palavra de apoio, encorajamento, pelos testemunhos que já recebi e que me fazem acreditar e continuar. Obrigada! Pode parecer simples não é? Mas é muito bom ser grato pelo simples!

Que a gratidão não seja apenas uma palavra bonita, legal e da moda que faz parte do nosso vocabulário. Que ela expresse nossa vivência diária!

*Pelo dia da foto, agradeço em especial a linda e fofa Giovanna da https://www.facebook.com/sennefotografia/ e a querida Dione da https://www.facebook.com/DioneGomesCakeDesign/, que com tanto cuidado e carinho me abençoaram com sua arte!

Casar? Pra que?

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Pra ser feliz. Pra ser completa. Pra ter sentido na minha vida. Pra começar a viver meus planos pro futuro. Porque quero uma festa. Pra ter alguém. Porque tenho medo de ficar só.

Não!

Hoje em dia é comum ouvirmos essas e outras justificativas para o casamento. Muitas pessoas com medo de ficarem sozinhas, não “acompanharem” o que todo mundo vive e faz. Pessoas inseguras consigo mesmas, que precisam de alguém para se sentir amadas, com valor, com sentido e com vida.

A verdade é que há uma beleza profunda no tempo que muitos entendem como o tempo da espera. E nós precisamos descobrir isso! Nesse tempo Deus nos leva a conhecer mais dEle, conhecermos e entendermos mais a nós mesmos. É um tempo nosso e dEle, com Ele, onde Ele nos ensina, nos direciona, nos mostra verdades antes desconhecidas e que são tão valiosas pra nós!

É quando tudo começa a fazer sentido! Ele é o sentido! Nosso sentido de vida e nosso propósito não são determinados e dados por outra pessoa, mas somente por Deus. Ele nos criou, Ele sabe exatamente quem somos, o que nos falta, o que precisamos. Nos mostra nossa identidade.

Ele nos mostra o quão belo é viver cada estação da nossa vida, no tempo determinado por Ele. Afinal, tudo que Deus faz é bom, é perfeito! Quantas pessoas entrando em relacionamentos sem sentido, frustradas em seu dia a dia por escolhas erradas! Jovem, não busque uma pessoa ou um casamento para que isso te complete! Quem te completa na sua essência é Deus! E você que já é casado ou tem uma família: honre isso!

Não estou dizendo que é fácil viver isso no dia a dia. Não é. Temos lutas, incertezas, dificuldades, e muitas vezes as lágrimas são a forma de expressarmos isso. Mas que possamos descobrir todos os dias a beleza da etapa que estamos vivendo, a beleza que há em Deus, em nós mesmos. Deus tem um tempo diferente para cada um de nós.

Um relacionamento é uma escolha muito importante, é a base pra um novo lar, uma nova família, para a construção de um futuro. Que nossas escolhas sejam saudáveis, não em feridas, com paz, e não em meio a guerras. Que sejam com sabedoria, e não em desespero. Que casar seja o início de alianças eternas, e não de eternas ruínas.

* E se você já viveu isso e não teve uma boa experiência, saiba que Deus é poderoso para te curar. Deixe Ele fazer isso e se permita viver isso. Ele é suficiente!

 

 

Honra

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Honre suas palavras
Honre seus valores
Honre seus princípios

Honre o lugar de onde você veio,
sua história.
Ainda que não tenha sido o que você quis, foi o que te permitiu chegar até aqui.

Honre a boa conduta que nos cabe ter
Honre os aprendizados que te fizeram vencer
Honre a Deus
Honre seus pais
Honre as autoridades que Deus constituiu sobre sua vida.

Honre a sábia sinceridade
Honre a verdade,
mesmo em meio ao mundo que se deixa corromper.
Faça a honra ao que é correto prevalecer.
Começa em mim, começa em você.
Honre o tempo que te é dado para amadurecer.

Se você mesmo não respeita seus princípios e já os quebrou, como exigir que outros o respeitem?

Honre suas palavras
Honre seus valores
Honre seus princípios
Floresça honra em sua vida
Floresça honra todos os dias.

Sobre nossas amizades

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Cuidamos dos estudos, do trabalho, dos negócios. Dos familiares, da limpeza, da decoração da casa. Cuidamos das plantas, dos compromissos, da realização de metas e sonhos. Afinal, queremos que tudo isso dê certo e caminhe bem na nossa vida.

Queremos ter amigos, verdadeiras amizades, mas nem sempre investimos tempo e cuidado nisso. Não caminhamos com as pessoas, não valorizamos os simples momentos juntos, não temos paciência pra ouvir e disposição para falar. Não queremos perdoar, abrir mão, se doar.

Queremos semear arroz e colher feijão. Semeamos ausência e indiferença, mas queremos colher laços fortes, verdadeiros e profundos.

É  muito bom ter amigos! Sou muito a grata a Deus pelos que tenho. Não são relacionamentos perfeitos, todos erramos, falhamos. Mas isso faz partes, somos pessoas diferentes.

Que sejamos verdadeiros ao cuidar dos nossos. Gratos pelas pessoas que temos. Que nossa semeadura seja compatível com aquilo que queremos colher.

E que nossa colheita seja de verdadeiras alianças, sorrisos sinceros, boas gargalhadas, choros com um ombro disponível, abraços que curam. E que isso não seja apenas fora do lar, mas também dentro, com pais, irmãos, filhos, cônjuges, e, acima de tudo, com Deus.

O que sai da nossa boca: vida ou morte?

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Muitas vezes somos marcados em nossa vida por excelentes lembranças de conversas, palavras que ouvimos, coisas que nos foram ditas e nos fizeram tão bem, fortaleceram. Mas também somos marcados por palavras que podem ter nos causado dor, tristezas.  Quantas situações vividas onde falamos algo e em seguida pensamos: “Pra que fui falar isso?”.  E vem o arrependimento.

Geralmente, essas palavras ruins são ditas em momentos onde as emoções estão a todo vapor, discussões, momentos de raiva. Palavras que não foram muito pensadas, mas são simplesmente ditas, e, depois de faladas, não voltam mais. E então o arrependimento por ter dito, a dor ou surpresa de ter ouvido, a necessidade de reparação, de perdão.

Já as boas, belas e doces palavras muitas vezes nos fortalecem, criam em nós convicções que levamos por toda a vida, sendo encorajados a prosseguir e caminhar mediante a lembrança dessas palavras. Podem ter sido ditas por nossos pais, amigos, pessoas que passaram por nossa educação escolar, até mesmo por desconhecidos.

Duas mensagens me marcam muito acerca desse assunto: “A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte; […]” (Provérbios 18:21) e “Saber dar uma resposta é uma alegria; como é boa a palavra certa na hora certa!” (Provérbios 15:23).

Nossas palavras têm poder. Elas estão sendo usadas para edificar e alegrar ou para ferir, nos colocar em situações difíceis, criar confusões?  O que temos gerado em nossa vida e na vida de outras pessoas através de nossas palavras: vida ou morte? O que falamos reflete nosso interior, “pois a boca fala do que está cheio o coração.” (Mateus 12:34).

 

Você desperdiça seu tempo ou investe seu tempo?

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As mesmas 24 horas, todos os dias. Objetivos e sonhos a serem alcançados. Aprender a discernir as prioridades. Estudar, trabalhar, ler, orar, dormir, pesquisar, amigos, família, lazer, cuidar de si. E as mesmas 24 horas, todos os dias. E o que temos feito com o tempo que recebemos como presente a cada dia? Desperdício ou investimento?

Sei que tenho prioridades e assuntos importantes, mas nem sempre invisto meu tempo da forma que deveria para cuidar bem dessas questões. Muito do que tenho aprendido e conseguido perceber hoje é por estar buscando investir meu tempo naquilo que considero precioso e importante pra mim. Mas em vários dias também sinto que tenho desperdiçado a oportunidade de aproveitar mais o tempo que tenho.

O tempo bem investido é como uma boa semeadura: vai gerar boas colheitas ao longo da vida. Boas colheitas não quer dizer colher o que eu quero, quando eu quero, da forma que eu quero. Quer dizer colher o que preciso, quando preciso, da forma que preciso. E sobre isso acredito que a vontade de Deus é sempre boa, agradável e perfeita (Romanos 12:2).

Seja pra organizar a vida, fazer uma leitura, investir tempo com pessoas, precisamos cuidar bem desse tempo. E vale ressaltar a importância de aprender nossas prioridades. E um conselho bem particular: nunca deixe de investir tempo de qualidade com pessoas, sua família, amigos, enfim, pessoas. Mas de qualidade ein, e não de estar face a face, mas com o celular no meio rs. E quando compartilho essas coisas não é porque aprendi e já super sei lidar. Não mesmo. É porque também estou aprendendo.

O quanto Ele me ama

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Teve um dia que assim aprendi:

Em meio a tempestade chuva forte corre,

raios e trovões se movem no meu coração,

nuvens carregadas caem sobre mim,

minha alma se abate, tristeza e solidão.

Mas o Teu poder me envolve,

Tua luz brilha forte hoje aqui,

cartas e mensagens do Teu amor por mim

chegam nas minhas mãos,

transbordam no meu coração,

e eu me deixo então, pois estou segura em Suas mãos.

O Sol da justiça resplandece,

com alegria que restaura o meu dia,

e Ele me constrói e reconstrói,

por Seu amor,

sorriso que desfaz a dor,

paz que transborda a alma,

e me faz ver o quanto Ele me ama.

 

Faça uma parada

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Um dia fui fazer uma trilha. E no meio do caminho fizemos algumas paradas (havia uma programação específica). E no simples ato de fazermos as paradas percebi o quanto elas eram importantes, fosse pra recuperar o fôlego antes de prosseguir, beber água, ajudar quem estava caminhando conosco ou fazer algum ajuste.

Em uma dessas paradas também ouvimos brevemente a história de dois esportistas experientes que sofreram um grave acidente por apenas um detalhe: não ajustaram um dos equipamentos de segurança da maneira devida, apesar de saberem sua importância. Como já estavam habituados com os procedimentos acharam que não teria problema.

Após ouvir algumas reflexões da minha amiga sobre tudo isso fiquei pensando em suas palavras e o quanto precisamos aprender a fazer paradas ao longo dos nossos trajetos na vida. Nelas podemos reencontrar o direcionamento e fôlego que precisamos para prosseguir. Ou talvez venhamos a perceber que algo precisa ser ajustado, evitando grandes acidentes que poderiam ocorrer por não percebermos a importância de detalhes que estão faltando.

Juntamente com a reflexão da minha amiga também pude atentar para o fato de que pular etapas pode ser um risco muito grande e que só veremos lá na frente. A consequência do atalho pode custar a própria vida.
Não é viver parado, mas compreender que as breves paradas fazem parte do caminho.

Procrastinação: o velho hábito de adiar as coisas

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Arrumar a casa, pesquisar sobre algo, jogar coisas fora, fazer uma ligação, dar uma resposta, ir para algum lugar, iniciar um curso, investir numa nova carreira, recomeçar, mudar ou coisas mais simples como “daqui a pouco tomo banho”, “daqui a pouco faço o almoço”, “mais tarde leio isso”… E, às vezes, o que acontece é que sequer lembramos do que deixamos pra depois. E, com o passar do tempo, a medida que lembramos o que tínhamos que fazer e não foi feito e vemos o tempo perdido nos frustramos.

Um texto que gosto muito é bem claro e objetivo sobre o assunto: “A expectativa que se adia deixa o coração adoecido, mas o anseio satisfeito renova o vigor da vida.” (Provérbios 13:12)

Isso pode ser tanto pra mudar de residência ou profissão, como apenas enviar uma mensagem para uma pessoa querida pra saber como ela está. E aí não fazemos e deixamos pra depois e depois e depois, até que após dias que se passam nos sentimos mal porque poderíamos já ter feito e não fizemos. E, como diz o texto que mencionei, isso faz mal pro nosso coração. Mas quando resolvemos e organizamos aquilo que precisa da nossa atenção, então sentimos que a missão foi cumprida e isso se torna uma alegria. Alcançamos o objetivo!
Pode parecer algo bobo e simples, apenas rotinas. Mas pode ser que passar a observar e buscar mudar isso renove o vigor da sua vida, desde as coisas mais “complexas” até as mais simples.

Quem temos sido?

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Esses dias presenciei uma cena: um bebê, de aparentemente uns 4/5 meses, deitada quietinha no colo de sua mãe. Isso por si só já seria uma cena linda. Porém, mais do que isso, essa bebezinha estava deitada quietinha olhando fixamente para sua mãe, como quem observa a outra pessoa. E o olhar dela pra mãe chamou minha atenção.
Aquela mulher era uma referência de vida, de viver, para aquela criança, nos mínimos detalhes: quando faz algum gesto, quando come, quando fala, quando sorri, quando mexe em algo. Tudo sendo observado.
E então fiquei pensando o quanto nós somos observados a cada dia, por tantas pessoas, e as vezes até mesmo sem saber: o que falamos, como nos comportamos, a maneira como vivemos, nossa conduta, enfim, aspectos diversos.
Será que temos sido bons referenciais dentro daquilo que nos propomos a ser e fazer? Como temos expressado o que acreditamos (ou dizemos acreditar)?
Essas perguntas não são pra que venhamos a nos moldar segundo o olhar das pessoas, mas sim pra que pensemos acerca de nós mesmos, quem temos sido e quem desejamos ser, sabendo que isso é observado (queira ou não) e que pode fazer a diferença onde estivermos.