Aprenda a cuidar também dos seus projetos pessoais

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Muitas vezes investimos muito tempo em projetos como o emprego que estamos, sonhos de outros, nosso dia a dia, cumprir a rotina. E no meio disso tudo, de tantos afazeres, de tantos compromissos, podemos estar esquecendo de cuidar daquilo que pode ser tão precioso e importante pra nós. Nossa família, pais, cônjuges, filhos, parentes, amigos, um sonho que temos guardado. O tempo vai passando, tudo vai acontecendo, e nossos sonhos e o que temos de tão valioso pode estar ficando pra trás sem que a gente nem se dê conta disso e consiga perceber exatamente o que está acontecendo. E depois só vemos que o tempo passou e algumas coisas que deveriam vir conosco não vieram, ou não vieram como deveriam. Por isso cuide daquilo que é importante pra você, priorize prioridades que talvez você tenha deixado, sobretudo vidas, família e amigos. Esses são os bens mais precisos que Deus nos deu. Cuide!

Não se esqueça que a sua mente é o maior campo de batalha: proteja-a!

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Sim, nós podemos escolher o que pensar. Não apenas aceitar passivamente tudo que chega até nossa mente, tudo que começa a ser processado nela, mas sim estabelecer o que é saudável a nós e o que não é, o que vale a pena investir tempo pensando e o que não. E isso não é fácil, por isso é uma batalha.
Nossa mente tem uma enorme capacidade de criar, pensar, projetar, imaginar. Ela processa informações, recebe influências, imagina potências. E o que fazemos com tudo isso?
Nossos pensamentos influenciam em nossas emoções, na forma como enxergamos a vida, como lidamos com os fatos, com a realidade, com as pessoas. Por isso, é vital o nosso cuidado a cada dia. Proteger a mente é proteger a forma como conduzimos a vida. Pense nisso!

É preciso se aquietar.

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Têm dias que a gente simplesmente não quer falar muito. Não quer argumentar muito, justificar ou tentar resolver. A gente só quer pensar, refletir, analisar, observar a nós mesmos, o que está ao nosso redor, a vida, as pessoas.
Quando silenciamos tudo, as vozes, opiniões, nosso eu, nossas vontades, nossa alma, nossos achismos, pra simplesmente focar no hoje, no presente, e pensar no porvir. Pensar em silêncio, pensar com calma, com paz. Procurar ver o que realmente importa e reencontrar valores e certezas que podem ter se perdido pelo caminho, ou que podem ter mudado mesmo. Se encontrar, reencontrar, redefinir.
Ouvir a verdade de Deus sobre nós, sobre nossa vida, sobre tudo aquilo que Ele já preparou. Aprender com a sabedoria do silêncio.E esse é um dos momentos que mais nos proporciona crescimento.

E se a ansiedade quiser te fazer correr, faça ela parar!

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É sábio escolher não caminhar por ansiedade, mas sim por determinação.
Não ser guiado por emoções momentâneas, mas sim por propósitos eternos.
Não correr porque todos correm, mas sim dar passos necessários pra alcançar o alvo.
Saber onde quer chegar.
E se não der certo, decidir prosseguir e recomeçar.
Também é sábio saber chorar, perder, compreender que nem sempre será conforme o planejado/ sonhado.
E é sábio continuar, mesmo que não compreenda.
É sábio estabelecer limites em nossos pensamentos, porque nem tudo que pensamos é útil pra nós.
Que nossas escolhas sejam pensamentos de vida.
É sábio decidir entregar tudo aquilo que nos aflige para Deus, afinal, Ele sempre nos orienta a não temer, não andar ansioso ou preocupado, lançar isso sobre Ele, descansar e confiar.
É sábio obedecer, é sábio saber esperar (mesmo que isso nos faça chorar), pois, no dia certo, o novo se fará.

Às vezes perdemos as bênçãos porque não sabemos reconhecê-las.

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Uma história simples, mas muito significativa pra mim. Há pouco tempo me mudei para Florianópolis. Costumes diferentes, cultura diferente, situações diferentes das quais eu estava habituada na minha cidade.
Um dia, saindo da igreja, fomos almoçar em um grupo de três meninas em um restaurante que eu não conhecia. Naturalmente, fomos ver as opções de comida e começamos a nos servir. Ao passar pela parte de carnes, o senhor que estava na cozinha foi bastante gentil no atendimento (que hoje vejo que é bem característico nas pessoas daqui) e falou algo sobre levar uma carne fresquinha na mesa. Eu não entendi muito bem porque falou um pouco baixo, mas era mais ou menos isso rs.
Minutos depois que já estávamos comendo, esse senhor veio até nossa mesa com a carne e ia deixar lá para nós. Mas já tínhamos pesado a comida e teríamos que pesar novamente apenas a carne. Ele não entendeu muito quando eu falei sobre isso, porque eu meio que rejeitei, já que estávamos satisfeitas e já tínhamos pesado. Ele ficou meio sem saber o que fazer, e então uma das meninas que estava comigo disse: “Então pode deixar moço que eu aceito.” Ele colocou o prato na mesa e voltou para a cozinha. Eu não entendi nada. Como assim? Ele foi nos servir apenas como uma gentileza? Dar algo sem cobrar nada? Isso pra mim não era nada normal, desconfiei. Fiquei vários minutos pensando sobre aquele gesto. Falei com as meninas e uma delas disse que era normal isso na cidade, era apenas como uma gentileza da casa. Terminamos, pagamos a conta e fomos embora. E sim, não nos cobraram nada por aquilo, era apenas um cuidado em nos servir. Por pouco perderíamos aquela gentileza, pelo simples fato de que eu não estava acostumada com isso, então rejeitei. Mas, como uma das meninas já sabia ser normal, aceitou. E foi apenas isso, uma simples, porém importante lição pra mim.

Os dias difíceis agora são minha memória de resistência

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Até passarmos por uma fase intensamente difícil pra nós, seja pelo motivo que for, só conhecemos o “difícil” de ouvir falar. E quando ele chega vemos que, realmente, muito do que apenas ouvíamos existe. E, geralmente, ouvimos e lemos muito sobre isso, sobre como passar por esses momentos, que vale a pena resistir, enfrentar, lutar, que tudo vai passar. E isso é bom. Mas hoje quero ir um pouco além, falar de um tempo mais à frente, posterior ao seu período difícil.
Os piores dias, as maiores lutas dentro de mim, as maiores dores, as grandes confusões na mente, o tempo em que tudo parecia contribuir pro pior tempo. Hoje, quando olho pra trás e lembro de tudo isso, vejo que foram apenas a base pra construir o novo. O novo tempo, o novo eu, pra contribuir pra que eu fosse mais da pessoa que quero ser. Olho e agradeço, lembro, contemplo, porque esses dias difíceis agora são minha memória de resistência. Não apenas resista e sobreviva aos dias ruins, mas principalmente viva os dias excelentes que estão por vir. Só depende da sua escolha.

Como se alegrar se também há tristeza?

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Algumas horas antes do meu aniversário recebi a notícia de falecimento na minha família (e mais outras duas pessoas). E,  independente de qualquer questão familiar, existem as memórias dos momentos de sorriso, carinho, afeto, palavras.
Então chegam os vários pensamentos, perguntas, falas pra Deus. Tantos porquês. E, ao mesmo tempo, a contagem das horas pro início de um novo ano de vida. E como sentir tudo ao mesmo tempo? O que sentir?
Uma das coisas que tenho aprendido caminhando com Jesus é sobre a sinceridade do nosso coração. E a verdade é que sinto tudo ao mesmo tempo. Me alegro pelo novo tempo, pelo dia, amo essa data e sou muito grata por ela. Mas também penso nas notícias que recebi e sinto tristeza.
E sobre a sinceridade, se essa é a verdade, não há problema em sentir. Não é preciso querer só sorrir se na verdade você também quer chorar. E não é preciso apenas chorar quando também podemos encontrar tantos outros motivos (simples ou não) para sorrir.
Não compartilho isso com nenhuma intenção de comoção no sentido negativo da palavra ou qualquer outra coisa do tipo. O meu Deus é a minha força, a alegria dEle é a minha força.
Resolvi compartilhar isso porque sei que, de alguma forma, isso pode ser o cuidado de Deus para o coração de alguém que, por motivos diversos, também se sinta assim. E nós podemos sentir, sorrir, chorar, mas nunca nos esquecendo que o tempo de tristeza não é pra sempre, não é pra nos matar, mas sim pra nos fazer mais fortes. Acredite.
(E obrigada por cada palavra de carinho no dia de hoje, tem sido um presente do céu!)

Se comparar é se aprisionar.

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Me comparava com pessoas que eu julgava estarem na minha frente, e queria viver o que elas estavam vivendo, o tempo delas. Mas foi excelente quando entendi que tinha o meu próprio tempo a ser vivido em Deus e que não precisava me comparar com ninguém. E eu amei me descobrir e viver nesse meu próprio tempo.
E então, quando percebi que outras pessoas  que conversavam comigo se sentiam pra trás ao olhar pra tantas outras e queriam viver um tempo que não era o delas, pude dizer com alegria e liberdade que havia um tempo especial que pertencia somente à elas e que elas podiam ser livres para descobrí – lo e vivê-lo (e que isso seria ótimo!). E ver essas pessoas vivendo isso era recompensador!
Porém, nem todos os dias são de certeza e força. São lutas constantes as que precisamos enfrentar para caminhar na verdade que Deus nos dá.

Desconstruir você faz parte da mudança

Desconstruir você faz parte da mudança.

Nitidamente, é tempo de mudança. Mas nem sempre foi tão claro assim. Houve dias  em que não era possível compreender quase nada, apenas a certeza da incerteza. Medo, dúvidas, planos frustrados, questionamentos infindáveis, ansiedade, querer conhecer o ainda desconhecido. Eu parecia estar fazendo tudo certo.
Por que aconteciam determinadas situações? Por que decepções? Frustrações? Por que as coisas pareciam não dar certo? Eu não queria viver aquilo, eu não escolhi viver aquilo.

Mas eu precisava viver aquilo. Enquanto não compreendemos a planta da obra, muitos detalhes parecem não fazer sentido, desnecessários.
Só que o tempo passou. E chegou o momento onde eu precisava escolher depositar em Jesus toda a minha confiança ou continuar tentando compreender e controlar tudo por mim mesma.

E eu escolhi Ele. E então Ele, com o tempo, me mostrou que tudo aquilo que parecia mal, na verdade apenas contribuiu para o meu bem. Hoje consigo ver e compreender isso, mas até que esse tempo chegasse foi preciso viver a, muitas vezes dolorosa, espera. Mas em todo o processo existe uma certeza: a de que nunca estou sozinha e que Ele está cuidando de mim. E quando entendo e me alegro com isso, isso se torna suficiente para mim.

O seu pouco pode ser tudo

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Não pense que o que tem é insuficiente. Não descarte as pequenas possibilidades, os pequenos cuidados, o que, aos seus olhos, não tem significado. Comece com o que tem, mova – se a partir do que já existe, e o que já existe pode nem ser algo visível, pode ser a sua fé.
Constantemente somos levados a pensar que sempre precisamos de algo a mais para que o realmente relevante possa acontecer. O que há nunca é suficiente para começar, pra ir, pra continuar. Não é verdade.
O seu sorriso pode curar, o seu abraço pode ser o colo que alguém precisa no exato momento que você se dispõe a dar, seu movimento de ir pode ser o início de uma grande jornada, de um novo percurso de aprendizado. De gota em gota forma-se o mar, de grão em grão a areia que há. De folha em folha, toda vegetação que existe no mundo!
Vá com o que você já tem. E se a dúvida, o medo, as aflições, quiserem te acompanhar,  não pare, vá. Entregue esse caminhar para Deus, confie nEle. Quando derramamos o que temos diante dEle, ainda que isso aos nossos olhos seja pouco, Ele pode fazer coisas sobrenaturais acontecerem. E vemos que aquele “pouco” era tudo que precisávamos, era o suficiente.