O que sai da nossa boca: vida ou morte?

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Muitas vezes somos marcados em nossa vida por excelentes lembranças de conversas, palavras que ouvimos, coisas que nos foram ditas e nos fizeram tão bem, fortaleceram. Mas também somos marcados por palavras que podem ter nos causado dor, tristezas.  Quantas situações vividas onde falamos algo e em seguida pensamos: “Pra que fui falar isso?”.  E vem o arrependimento.

Geralmente, essas palavras ruins são ditas em momentos onde as emoções estão a todo vapor, discussões, momentos de raiva. Palavras que não foram muito pensadas, mas são simplesmente ditas, e, depois de faladas, não voltam mais. E então o arrependimento por ter dito, a dor ou surpresa de ter ouvido, a necessidade de reparação, de perdão.

Já as boas, belas e doces palavras muitas vezes nos fortalecem, criam em nós convicções que levamos por toda a vida, sendo encorajados a prosseguir e caminhar mediante a lembrança dessas palavras. Podem ter sido ditas por nossos pais, amigos, pessoas que passaram por nossa educação escolar, até mesmo por desconhecidos.

Duas mensagens me marcam muito acerca desse assunto: “A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte; […]” (Provérbios 18:21) e “Saber dar uma resposta é uma alegria; como é boa a palavra certa na hora certa!” (Provérbios 15:23).

Nossas palavras têm poder. Elas estão sendo usadas para edificar e alegrar ou para ferir, nos colocar em situações difíceis, criar confusões?  O que temos gerado em nossa vida e na vida de outras pessoas através de nossas palavras: vida ou morte? O que falamos reflete nosso interior, “pois a boca fala do que está cheio o coração.” (Mateus 12:34).

 

Você desperdiça seu tempo ou investe seu tempo?

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As mesmas 24 horas, todos os dias. Objetivos e sonhos a serem alcançados. Aprender a discernir as prioridades. Estudar, trabalhar, ler, orar, dormir, pesquisar, amigos, família, lazer, cuidar de si. E as mesmas 24 horas, todos os dias. E o que temos feito com o tempo que recebemos como presente a cada dia? Desperdício ou investimento?

Sei que tenho prioridades e assuntos importantes, mas nem sempre invisto meu tempo da forma que deveria para cuidar bem dessas questões. Muito do que tenho aprendido e conseguido perceber hoje é por estar buscando investir meu tempo naquilo que considero precioso e importante pra mim. Mas em vários dias também sinto que tenho desperdiçado a oportunidade de aproveitar mais o tempo que tenho.

O tempo bem investido é como uma boa semeadura: vai gerar boas colheitas ao longo da vida. Boas colheitas não quer dizer colher o que eu quero, quando eu quero, da forma que eu quero. Quer dizer colher o que preciso, quando preciso, da forma que preciso. E sobre isso acredito que a vontade de Deus é sempre boa, agradável e perfeita (Romanos 12:2).

Seja pra organizar a vida, fazer uma leitura, investir tempo com pessoas, precisamos cuidar bem desse tempo. E vale ressaltar a importância de aprender nossas prioridades. E um conselho bem particular: nunca deixe de investir tempo de qualidade com pessoas, sua família, amigos, enfim, pessoas. Mas de qualidade ein, e não de estar face a face, mas com o celular no meio rs. E quando compartilho essas coisas não é porque aprendi e já super sei lidar. Não mesmo. É porque também estou aprendendo.

O quanto Ele me ama

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Teve um dia que assim aprendi:

Em meio a tempestade chuva forte corre,

raios e trovões se movem no meu coração,

nuvens carregadas caem sobre mim,

minha alma se abate, tristeza e solidão.

Mas o Teu poder me envolve,

Tua luz brilha forte hoje aqui,

cartas e mensagens do Teu amor por mim

chegam nas minhas mãos,

transbordam no meu coração,

e eu me deixo então, pois estou segura em Suas mãos.

O Sol da justiça resplandece,

com alegria que restaura o meu dia,

e Ele me constrói e reconstrói,

por Seu amor,

sorriso que desfaz a dor,

paz que transborda a alma,

e me faz ver o quanto Ele me ama.

 

Faça uma parada

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Um dia fui fazer uma trilha. E no meio do caminho fizemos algumas paradas (havia uma programação específica). E no simples ato de fazermos as paradas percebi o quanto elas eram importantes, fosse pra recuperar o fôlego antes de prosseguir, beber água, ajudar quem estava caminhando conosco ou fazer algum ajuste.

Em uma dessas paradas também ouvimos brevemente a história de dois esportistas experientes que sofreram um grave acidente por apenas um detalhe: não ajustaram um dos equipamentos de segurança da maneira devida, apesar de saberem sua importância. Como já estavam habituados com os procedimentos acharam que não teria problema.

Após ouvir algumas reflexões da minha amiga sobre tudo isso fiquei pensando em suas palavras e o quanto precisamos aprender a fazer paradas ao longo dos nossos trajetos na vida. Nelas podemos reencontrar o direcionamento e fôlego que precisamos para prosseguir. Ou talvez venhamos a perceber que algo precisa ser ajustado, evitando grandes acidentes que poderiam ocorrer por não percebermos a importância de detalhes que estão faltando.

Juntamente com a reflexão da minha amiga também pude atentar para o fato de que pular etapas pode ser um risco muito grande e que só veremos lá na frente. A consequência do atalho pode custar a própria vida.
Não é viver parado, mas compreender que as breves paradas fazem parte do caminho.

Procrastinação: o velho hábito de adiar as coisas

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Arrumar a casa, pesquisar sobre algo, jogar coisas fora, fazer uma ligação, dar uma resposta, ir para algum lugar, iniciar um curso, investir numa nova carreira, recomeçar, mudar ou coisas mais simples como “daqui a pouco tomo banho”, “daqui a pouco faço o almoço”, “mais tarde leio isso”… E, às vezes, o que acontece é que sequer lembramos do que deixamos pra depois. E, com o passar do tempo, a medida que lembramos o que tínhamos que fazer e não foi feito e vemos o tempo perdido nos frustramos.

Um texto que gosto muito é bem claro e objetivo sobre o assunto: “A expectativa que se adia deixa o coração adoecido, mas o anseio satisfeito renova o vigor da vida.” (Provérbios 13:12)

Isso pode ser tanto pra mudar de residência ou profissão, como apenas enviar uma mensagem para uma pessoa querida pra saber como ela está. E aí não fazemos e deixamos pra depois e depois e depois, até que após dias que se passam nos sentimos mal porque poderíamos já ter feito e não fizemos. E, como diz o texto que mencionei, isso faz mal pro nosso coração. Mas quando resolvemos e organizamos aquilo que precisa da nossa atenção, então sentimos que a missão foi cumprida e isso se torna uma alegria. Alcançamos o objetivo!
Pode parecer algo bobo e simples, apenas rotinas. Mas pode ser que passar a observar e buscar mudar isso renove o vigor da sua vida, desde as coisas mais “complexas” até as mais simples.

Quem temos sido?

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Esses dias presenciei uma cena: um bebê, de aparentemente uns 4/5 meses, deitada quietinha no colo de sua mãe. Isso por si só já seria uma cena linda. Porém, mais do que isso, essa bebezinha estava deitada quietinha olhando fixamente para sua mãe, como quem observa a outra pessoa. E o olhar dela pra mãe chamou minha atenção.
Aquela mulher era uma referência de vida, de viver, para aquela criança, nos mínimos detalhes: quando faz algum gesto, quando come, quando fala, quando sorri, quando mexe em algo. Tudo sendo observado.
E então fiquei pensando o quanto nós somos observados a cada dia, por tantas pessoas, e as vezes até mesmo sem saber: o que falamos, como nos comportamos, a maneira como vivemos, nossa conduta, enfim, aspectos diversos.
Será que temos sido bons referenciais dentro daquilo que nos propomos a ser e fazer? Como temos expressado o que acreditamos (ou dizemos acreditar)?
Essas perguntas não são pra que venhamos a nos moldar segundo o olhar das pessoas, mas sim pra que pensemos acerca de nós mesmos, quem temos sido e quem desejamos ser, sabendo que isso é observado (queira ou não) e que pode fazer a diferença onde estivermos.

Deus responde!

Hoje vou compartilhar um texto simples e direto, bem aquilo que Deus fez na minha vida recentemente. Sim, eu vivo para um Deus lindo, maravilhoso, que não é apenas Deus, Senhor, Criador de tudo que há, mas também é um Pai perfeito, maravilhoso, amoroso, cuidadoso!

Nos últimos dias, meses, vinha buscando  respostas em Deus através de oração, conversas com Ele. Algumas coisas eram repetidas, já fazia tempo que buscava, esperava. E, muito recentemente, Ele me surpreendeu com suas respostas, sendo mais do que eu pedi, mais do que esperava (sim, Ele sempre faz isso, Ele surpreende seus filhos, e é sempre de um jeito maravilhoso!). E isso me fez parar e contemplar a grandeza dEle, o cuidado dEle, o carinho dEle, a atenção. Ele é tão grande, tem um mundo inteiro pra cuidar, mas se importa comigo, se importa com você, se importa com cada um de nós! Como é bom e precioso ter a certeza de que há um Pai que nos ouve, que nos ama, que nos vê, que está sempre conosco! Ele é assim, um lindo Pai pra mim!

E hoje gostaria de compartilhar apenas isso, que não é apenas, claro. Compartilhar essa alegria no meu coração por viver essa experiência com Deus, onde mais uma vez Ele me proporcionou tantos aprendizados.

Lendo o texto antes de publicar vi que escrevi várias vezes a palavra maravilhoso, mas é porque é isso mesmo! Ele é tão maravilhoso e essa palavra expressa tanto! Não tudo, porque Ele é infinitamente mais do que a definição de qualquer palavra, Sua grandeza é infindável! É isso!

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O que aprendi (aprendo) no tempo da espera

Que ter sonhos e expectativas ao longo da vida é muito bom e importante, isso nos deixa mais vivos.

Mas aí os anos passam e não necessariamente as coisas acontecem como queremos.

E então os pensamentos e sentimentos de frustração tentam perturbar dia após dia. E podem até conseguir por um tempo.

Mas aí também aprendo que isso pode ser a grande oportunidade de viver tudo novo, e que tudo bem se as coisas não deram tão certo como gostaríamos. A arte está em transformar “os fins” em recomeços.

E quando começo a entender que o melhor está por vir, começo a me alegrar em esperar por isso! E quanto mais acredito nisso, mais eu descanso enquanto espero!

Tá, às vezes é chato esperar, é verdade. Mas então lembro que vale a pena por ter certeza que, nEle, isso não é um tempo desperdiçado e sim a semeadura das boas colheitas que estão por vir!

Tenho aprendido que o problema não é esperar, a questão é como lidamos com a espera. Esperar não é ver a vida passar, é viver enquanto espera (e isso é pra todas as áreas da vida)!

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O valor do silêncio

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O silêncio também é uma atitude de fé, é uma forma de dizer que você confia e espera em Deus.

Não estou falando de um silêncio de pirraça, como o de uma criança quando faz birra e cruza os braços. É aquele silêncio fruto do amadurecimento.

O silêncio que aprendeu que nem sempre as palavras precisam se fazer presentes.

O silêncio que entende que enquanto calamos em momentos oportunos estamos em aprendizado.

O silêncio que demonstra que por trás dele existe um coração que aprendeu que na espera somos fortalecidos.

O silêncio que dia após dia mostra que há um coração que aprendeu a descansar.

O silêncio que busca sabedoria no observar e no ouvir.

O silêncio de quem aprendeu algo que li esses dias: “nossa oração silenciosa faz barulho no céu”.

Hoje fui ao aeroporto

E estando apenas na porta de entrada já foi o suficiente pra suspirar e pensar nas idas e vindas da vida. Minha mãe indo viajar, meu irmão mudando de estado após se casar, dentro de mim todos os dias se movendo fortemente as expectativas e visões do futuro…

As coisas estão ficando diferentes, bem diferentes. Há um tempo atrás tudo isso poderia me causar um grande medo, medo de como será, medo do que virá, medo do que não vejo. Mas graças a Deus (e não é frase corriqueira não, é graças a Ele mesmo rs) aprendi que isso não é motivo de pavor.

Todas essas mudanças são estações da vida, são fases, e é importante que passemos por elas. E a cada estação o clima muda, novas plantas, novas cores, folhas secas, outras cheias de simplicidade e beleza. E a cada ida e vinda, em cada estação da vida, por mais quente ou fria que tenha sido, ela passou. E que no meio disso tudo a gente saiba apreciar as riquezas de cada estação que vai e de cada estação que chega.

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